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O amor

Quarta-feira, 20.09.17

"O amor é, frequentemente, um pretexto que permite aos humanos justificarem o seu comportamento para com os seres que eles afirmam que amam. Limitam-se a dizer: «Eu amo-o, eu amo-o...» e não lhes ocorre questionarem-se sobre a natureza desse amor e a sua maneira de o manifestar. A partir do momento em que o sentimento aparece, há que ceder-lhe. E o raciocínio até é proibido: o intelecto deve calar-se; perante o coração, que está ocupado a amar, o intelecto não tem direito à palavra. Se ele se arrisca a dizer alguma coisa, o coração riposta: «Cala-te! Eu estou a falar. Quando o amor fala, o que tens tu a dizer?»

Um ser evoluído não cede perante a insistência do sentimento, analisa se ele é desinteressado, puro, útil, não só para os outros, mas também para si mesmo. Mas esses casos são raros. Por isso há tantos romances, peças de teatro e filmes que relatam as aventuras, por vezes cómicas, mas mais frequentemente trágicas, daqueles que amam. Se os humanos conseguissem fazer o sentimento e o pensamento trabalharem em colaboração, o seu amor manifestar-se-ia sob formas e cores muito mais belas!"

 

Omraam Mikhaël Aïvanhov

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