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A cura

Paracelsus: "O que cura é o amor."

A felicidade, a arte de ser feliz

Quarta-feira, 16.03.16

 

«A felicidade é como uma bola atrás da qual as pessoas correm, mas, no momento de a agarrarem, dão-lhe um pontapé... para poderem continuar a correr atrás dela! 

Porque é nessa corrida que cada um se sente estimulado; é nessa busca, nesse empenho para alcançar o objectivo, que se encontra a felicidade.
Quando se acaba por obter o que se desejava, vive-se, é claro, um momento de felicidade, mas logo depois sente-se um vazio, tem-se vontade de procurar outra coisa... Nunca se está satisfeito. Então, o que deveis fazer? Pôr-vos à procura do que está mais longe e é mais irrealizável: a perfeição, a imensidão, a eternidade; e pelo caminho encontrareis tudo o resto: o conhecimento, a riqueza, o poder, o amor... Sim, obtereis tudo isso mesmo sem o pedir.» 

 

"Muitas pessoas ficam tristes ao verem que os seus projectos, os seus desejos, não se realizam. Elas queriam, por exemplo, constituir família, tentaram tudo, mas em vão. Em vez de se atormentarem e de importunarem os outros, elas devem tentar compreender por que é assim. Por certo terão uma resposta. Talvez não tenham sido feitas para essa vida a que aspiram.
Portanto, a Inteligência Cósmica não só as poupou a provações, como as deixou livres para outras actividades.
Há que ver sempre o lado bom daquilo que a Providência nos reservou. Mas os humanos não se questionam; na sua opinião, teria sido melhor de outra forma. Por isso eles estão sempre infelizes, quer sejam casados e tenham filhos, quer não. Sim, a felicidade não depende desta ou daquela situação na vida, mas de uma compreensão correcta das coisas. A verdadeira felicidade está para além das circunstâncias. "

"Alguém diz: «Eu estou feliz, porque…» Pois bem, o simples facto de atribuir uma causa à sua felicidade prova que essa pessoa não possui a felicidade verdadeira! A verdadeira felicidade é uma felicidade sem causa. Sim, estais felizes e nem sequer sabeis porquê. Achais que é maravilhoso viver, respirar, comer, falar, caminhar… Não vos aconteceu nada, nem sucessos, nem presentes, nem heranças, nem um novo amor… Aquilo que vos torna felizes é (sim, pois sempre há uma razão) a sensação de que algo vindo do alto se acrescenta a tudo o que fazeis, um elemento espiritual que não depende sequer de vós… Como uma água que corre do Céu e que vos atravessa. 

Para a maioria dos humanos, a felicidade está ligada a posses: casas, dinheiro, decorações, glória… ou então um marido, uma mulher, filhos. Não, a verdadeira felicidade não depende de nenhum objeto, de nenhuma posse, de nenhum ser; ela vem do alto e vós ficais surpreendidos ao descobrir em vós mesmos, continuamente, esse estado de consciência superior. Sentis uma alegria e nem sequer sabeis porquê. É isso a verdadeira felicidade. "  

 

"Coitados dos humanos! Eles são continuamente bombardeados com publicidade sobre casas, carros, eletrodomésticos, alimentos, roupas e toda a espécie de produtos, para os convencer de que necessitam realmente daquilo. Dir-se-ia que tentam impedi-los de ter contacto com o mundo espiritual, onde eles encontrariam a luz, o amor e a paz, de que têm ainda muito mais necessidade. O mundo espiritual é tão ignorado, tão desdenhado, que raros são os seres capazes de sentir que é aí que devem procurar os elementos necessários à sua sobrevivência. A maior parte deles estão a morrer asfixiados, intoxicados.
É preciso não continuar a criar ilusões. Mesmo que o progresso material facilite a vida dos humanos, ele não lhes trará a felicidade, pode até levá-los à perdição. Eles só obterão a salvação se se esforçarem por entrar em contacto com o mundo da luz, onde a sua alma e o seu espírito poderão finalmente respirar, alimentar-se. Quando nós meditamos, quando oramos, não interagimos com nada de material; aparentemente, é o vazio, mas é neste “vazio” que a nossa alma e o nosso espírito se desenvolvem e encontram a plenitude."

 

"Na maior parte das vezes, os humanos associam a felicidade ao amor. Mas muitos acabam também por reconhecer que essa felicidade foi de curta duração! Porquê? Porque eles não souberam preservar o seu amor.
Para encontrardes a felicidade no amor, deveis compreender que ele não depende da posse física de um ser, nem sequer do laço afetivo que vos une um ao outro. Só podereis sentir o amor verdadeiro nesse elemento subtil que, através de um homem ou de uma mulher, vos liga a todo o universo, à beleza das flores, das florestas, das fontes, do sol, das constelações. Não vos apresseis a suprimir a distância física que vos separa daquele ou daquela que amais, senão perdereis, pouco a pouco, todo o mundo subtil em que sentíeis viver e palpitar a natureza inteira; só vos restará o lado físico, prosaico, e não será nele que encontrareis a felicidade."  

 

"Vós penetrais numa floresta: procurai tomar consciência de que essa floresta é habitada. Há nela uma multidão de criaturas invisíveis que vão e vêm, ocupadas com diferentes atividades, e elas notam a vossa presença. Então, por que não tentais entrar em relação com elas?
Podeis também aproximar-vos de uma árvore e encarregá-la de fazer chegar mensagens a todas as outras árvores da floresta. Que ela lhes diga que as achais magníficas, que as amais. E abraçais a árvore pedindo-lhe que transmita o vosso abraço. Então, as entidades que habitam nela levarão o vosso amor a toda a floresta. E, enquanto continuais a passear, as entidades que receberam essa mensagem saem das árvores para vos observar. Elas ficam maravilhadas, dançam enquanto vós passais e, quando regressais a casa, sentis-vos felizes, sentis que saboreastes um pouco da verdadeira vida."  

 

Fonte:

Omraam Mikhaël Aïvanhov

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Dindim, o pinguim, volta à Ilha Grande para visitar João

Quarta-feira, 16.03.16

 

Resgatado há cinco anos por João, o pinguim Dindim, que quase morreu após ter o corpo encharcado de óleo em alto-mar, segue fazendo sua peregrinação da Patagônia à Ilha Grande para passar um tempo com o amigo que lhe devolveu a vida.

Em 2011, quando chegou à Ilha Grande com poucas chances de sobreviver, esse simpático pinguim-de-magalhães foi salvo pelo senhor João Pereira de Souza, um pedreiro aposentado que vive na praia de Provetá, em Angra dos Reis. 

Mesmo recuperado, Dindim, que é argentino, criou um laço de amizade tão forte com o brasileiro que não conseguiu ir embora, decidindo ficar por mais algum tempo. 

Meses depois de ir embora pela primeira vez, partindo o coração do seu amigo, o animalzinho aproveitou o tempo livre na sua agenda para retornar ao Brasil e matar as saudades.

"No dia que completou quatro meses certinhos, ele chegou aqui na praia. Estava em pé, bem ali. Quando me viu lá no portão, ele já veio com aquela alegria", lembrou João, imitando o som da ave. 

Desde então, os dois seguem se encontrando regularmente. Sempre que pode, Dindim volta à Ilha Grande para brincar e curtir uma praia com João, seu amigo babão. 

"Se ele estivesse no meio dos pinguins lá (na Patagônia) e eu chegasse e chamasse 'Dindim!', ele viria direto. Se ele escutar minha fala, ele vem".

 Fontes:

sputnik

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