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Paracelsus: "O que cura é o amor."

Aldeia abandonada: Atrair investimento suprimindo impostos

Quinta-feira, 28.04.16

Até aos anos 90, a aldeia de Komlóska na Hungria estava praticamente abandonada.
Foi nessa altura que as autoridades locais decidiram terminar com os impostos a nível local sobre as empresas, o património imobiliário e o turismo, de modo a atrair investimento.

“Como já não havia empresas a nível local, decidimos acabar com esse tipo de impostos, de modo a incentivar as pessoas a lançarem os seus próprios negócios”, contou à Euronews László Köteles, presidente da junta de freguesia da aldeia.

Após a supressão dos impostos locais, 117 empresas decidiram instalar-se em Komlóska, sobretudo companhias internacionais do setor dos transportes e da logística.

“Entre todos os impostos, o imposto local sobre as empresas é o mais pesado para as empresas de logística. Representa 2% do nosso rendimento. Ganhamos cerca de um milhão de euros por ano e podemos investir esses 2% no nosso desenvolvimento”, sublinhou Róbert Fekete, presidente da Fókusz Logistics.

As empresas de transportes pagam uma taxa ao Estado. 40% desse valor reverte para aldeia.

Graças à mudança de política fiscal, as infraestruturas locais foram renovadas. A aldeia investiu na agricultura e tornou-se quase autosuficiente.

Quem mais beneficia com esta situação é o Estado porque a maior parte do rendimento vai para o Estado. As empresas dão trabalho às pessoas. Os camiões têm matrículas húngaras, pagam o seguro e outras despesas na Hungria, sublinhou o presidente da junta de freguesia.

 

Apesar de a aldeia se situar numa zona remota, o novo estatuto de paraíso fiscal trouxe benefícios.

“Aqui não há rede de telemóveis, mas isso não impede o desenvolvimento da aldeia. Para o presidente da junta, o desenvolvimento local depende de três fatores, vontade, cooperação e sucesso na captação de fundos europeus”, afirmou Beatrix Asboth.

Fontes:

euronews

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2 comentários

De Sofia Vanderlei a 28.04.2016 às 14:07

Acho até muito bem que essa medida seja implementada cá no burgo quando sabemos que centenas de milhares de milhões de euros de impostos e fugas aos impostos dos impostores vão afinal parar a paraísos fiscais, sendo assim deviam era transformar as aldeias lusas em paraísos fiscais das populações em vez dos impostores andarem atrás dos cidadãos dessas localidades para os extorquir os parcos recursos que ainda tenham.

De Daniel Sousa a 28.04.2016 às 22:12

Mas olhe que em Portugal já existem paraísos fiscais para as famílias podres de ricas, só pagaram no tempo daquele ministro passitos coelhone apenas 0,4% ou 0,5% de IRS. Se isto não é um paraíso fiscal então não sei o que é...!!!

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