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Escola: O que ela actualmente não ensina e devida fazê-lo

Sexta-feira, 16.02.18

A Casa do Presente, uma escola co-criada pelos alunos.

Escola experimental para crianças com muita criatividade!

Você conhece a Casa do Presente? A escola experimental foi co-criada por jovens e especialistas de diversas áreas para que eles para que eles sejam protagonistas de sua educação complementar.

Foto: saopaulosaudavel

 

Por que Casa do Presente? A resposta veio num post emocionante: O nome da Casa do Presente foi inventado por um menino de 10 anos. Sentado em um cantinho, ele estava entediado com as nossas tentativas falidas de escolher um nome legal que representasse tudo o que queríamos. Aí, ele interrompeu e falou: “Por que não chamar a escola ‘Casa do Presente’? ‘Do presente’ porque é para aprender o que a gente precisa saber *agora* e não em um futuro que ainda não existe. Ao mesmo tempo, ‘do presente’ porque essa escola é um presente que vocês querem dar para os jovens. E tem que ser ‘Casa’ e não escola, porque a casa é de todos e é um lugar onde você se sente bem”. Ficamos em silêncio vários segundos, processando o que acabávamos de ouvir. Claramente emocionados. Felizes.

 

Claro que fomos tocados, por isso convidamos María Luján Tubio, uma das idealizadoras do projecto para contar mais:

A ideia da Casa do Presente surgiu depois de trabalhar vários anos no sector educacional, em 5 países diferentes. Percebi a falta de satisfação dos alunos, dos professores e também dos meus colegas e amigos em geral. Saímos da escola aos 17 ou 18 anos, sem saber quem somos, qual é o nosso propósito de vida e quais são nossos talentos e dificuldades. Muitos de nós não sabemos que opções temos e escolhemos um curso na universidade, sem muita noção do que estamos fazendo. E sem querer, esquecemos de nossos sonhos da infância e da adolescência, entramos no mercado de trabalho e começamos a perseguir um “modelo de sucesso” que talvez não tenha nada a ver connosco. É por isso que muitas pessoas, depois dos 30 ou 40 anos decidem largar tudo e fazer algo novo. A Casa do Presente pretende interferir nesse processo.  Para que os jovens tenham, desde cedo, as ferramentas que precisam para se conhecer e se relacionar e possam tomar decisões que façam sentido para cada um deles.

 

No começo fiz uma pesquisa sobre “o que a escola não ensina” e tentei planejar tudo sozinha. Queria criar justamente isso: uma escola sobre o que a escola não ensina. Mas para fazer o projeto acontecer, tive que seguir o conselho de um amigo, Gustavo Tanaka. Ele sugeriu que entrasse em contato com pessoas que acreditassem nas mesmas coisas que eu. Sem tentar planejar tudo. Depois uma dessas pessoas, Cleber Paradela, especialista em planejamento, sugeriu que criasse um grupo de até 6 pessoas para co-criar o projecto. Criamos um grupo de trabalho e começamos a fazer reuniões. Logo depois, decidimos que se íamos criar uma escola inovadora para jovens, eles teriam que co-criá-la conosco.

 

A Casa do Presente nasceu em um Hackathon de Educação. “Hackathon” é a denominação que se dá para uma maratona que reúne programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software, cujo objectivo é desenvolver programas. O Hackathon da Casa do Presente não desenvolveu um software, mas um modelo educacional inovador. 35 jovens entre 13 e 19 anos, de diferentes classes sociais, foram convidados por manifestar interesse em mudar a educação vigente. Afinal, como seria se a escola pudesse ser e ter realmente tudo aquilo que queremos? Essa pergunta não foi respondida por educadores, teóricos  ou especialistas, mas por jovens que sentem em seu dia a dia as carências e falhas de nosso sistema de ensino – particular e público – e querem fazer parte de um novo modelo de educação, não apenas como espectadores, mas como parte integrante e activa do ambiente educacional.

 

Durante 10 horas esses jovens participaram de actividades e, junto a uma equipe de especialistas de diversas áreas, imaginar, conversar e co-criar a escola dos seus sonhos. Temas como sustentabilidade, integração social, acessibilidade, relações interpessoais, educação integrada, espaços físicos alternativos e coerência educacional foram alguns pontos abordados. Mais de 100 profissionais voluntários se inscreveram para participar do evento.

 

O nome da Casa do Presente foi inventado por um menino de 10 anos. Sentado em um cantinho, ele estava entediado com as nossas tentativas falidas de escolher um nome legal que representasse tudo o que queríamos. Aí, ele interrompeu e falou: “Por que não chamar a escola ‘Casa do Presente’? ‘Do presente’ porque é para aprender o que a gente precisa saber *agora* e não em um futuro que ainda não existe. Ao mesmo tempo, ‘do presente’ porque essa escola é um presente que vocês querem dar para os jovens. E tem que ser ‘Casa’ e não escola, porque a casa é de todos e é um lugar onde você se sente bem”.

 

A escola conta actualmente com 17 professores voluntários, especialistas em empreendedorismo, arte, alimentação, inteligência emocional, desenvolvimento pessoal, multiculturalismo, comunicação, direito, tecnologia e literatura. Também possui uma rede internacional de colaboradores de diversas áreas, como o Hayden White, Professor Emérito da Stanford University e a Devita Saraf, Fundadora e CEO da empresa Vu Technologies na Índia.

 

Nossa formação é complementar. Oferecemos workshops aos sábados e à tarde/noite. Nossos workshops estão baseados nos 8 elementos da felicidade humana: lazer, intelecto, saúde, vida financeira, amigos/família, trabalho/carreira, espiritualidade/amor. Não queremos ensinar conteúdos de forma isolada. Queremos que o aprendizado seja significativo, tanto para o aluno quanto para o professor.

 

Nossa escola não tem regras, tem valores: inclusão, autenticidade, sustentabilidade, participação, espontaneidade, autonomia, colaboração e compartilhamento, curiosidade, presença e amor. Um de nossos maiores desafios como professores é “transpirar” e promover esses valores em cada uma de nossas actividades, atitudes e interacções.

 

Por enquanto estamos na fase piloto. Estamos trabalhando com uma turma de 35 alunos que foram convidados para participar. Em 2017 abriremos turmas novas. O primeiro workshop é sobre alimentação, com Lis Cereja—-nutricionista, chef, escritora e dona de um restaurante biológico/orgânico. Vamos levar os jovens para a horta. Ensinaremos a cozinhar, plantar, economizar, reaproveitar, fazer compostagem. Falaremos sobre temas sociais e econômicos relacionados à comida. Sobre saúde. Agricultura. Sobre o que tem e o que não tem na comida. Planejaremos estratégias para que jovens possam ter renda própria criando compotas, geléias, rações de cachorro, salgadinhos saudáveis. Temos que compartilhar conhecimento para que cada vez mais não precisemos de “educação alimentar” ou “reeducação alimentar”. Pois isso só existe porque hoje não sabemos mais comer, se relacionar com a comida, com os outros e consigo mesmo. E precisamos nos reeducar.

 

María Luján Tubio, Ph.D

 

O Que a Escola Não Ensina | Maria Lujan Tubio | TEDxBlumenau:

 

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