Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


calendário

Fevereiro 2018

D S T Q Q S S
123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728

Pesquisar

 

Mais sobre mim

foto do autor



Mensagens


Comentários recentes


Notas





BPT



Intuição é a maior forma de inteligência

Segunda-feira, 12.02.18

A intuição, de acordo com Gerd Gigerenzer, diretor do Max Planck Institute für Menschliche Entwicklung é menos “saber” a resposta certa instantaneamente e mais entender instintivamente qual informação não é importante e, portanto, pode ser descartada.

Gigerenzer, autor do livro “Risiko: Wie man die richtigen Entscheidungen trifft” (ainda sem versão em português), diz ser, ao mesmo tempo, intuitivo e racional. “Em meu trabalho científico, eu tenho pressentimentos. Às vezes, eu não consigo explicar por que acho que um determinado caminho é o certo, mas eu preciso confiar nele e ir em frente. Eu também tenho a habilidade de verificar esses pressentimentos e descobrir no que eles consistiam. Essa é a parte científica. Agora, na vida pessoal, eu confio na intuição. Quando eu conheci a minha esposa, por exemplo, eu não fiz cálculos. Nem ela.”

Imagem: vanessamazza

 


No entanto, este não é um assunto no qual costumamos pensar. A intuição nunca foi considerada uma forma de inteligência. Porém, você consideraria que alguém que tem uma óptima intuição tem mais inteligência?

A resposta é sim, especialmente quando se trata de pessoas que já são intelectualmente curiosas, rigorosas na sua busca por conhecimento e dispostas a desafiar suas próprias conclusões.

Se tudo o que alguém faz é sentar em uma cadeira e confiar na intuição, ele não está exercitando muito a inteligência. Mas, se mergulhar mais profundamente em um assunto e estudar numerosas possibilidades, estará exercitando a inteligência quando o seu instinto diz o que é – e o que não é – importante.

Em alguns casos, a intuição poderia ser pensada como um entendimento claro de inteligência coletiva. Por exemplo: a maioria das páginas da ciberrede de hoje são organizados de uma maneira intuitiva, o que significa que são mais fáceis de entender e navegar. Essa abordagem, desenvolvida depois de muitos anos de caos online, emergiu como uma sabedoria popular sobre qual informação era supérflua e qual era essencial.

Theo Humphries argumenta que o design intuitivo pode ser descrito como “compreensível sem o uso de instruções”. Isso é verdade quando um objecto faz sentido para a maioria das pessoas, porque elas compartilham um entendimento comum de como as coisas funcionam.

O poder está na intuição disciplinada. Ao fazer seu trabalho braçal, usar seu cérebro e compartilhar argumentos lógicos, torna-se prudente confiar e respeitar seus poderes intuitivos. Mas, se você simplesmente sentar em sua rede e quiser confiar em sua intuição, é melhor tomar cuidado.

Apesar de essa ser uma paráfrase de seus pensamentos sobre o assunto, Albert Einstein foi amplamente citado pela frase: “A mente intuitiva é um dom sagrado e a mente racional é um servo fiel. Nós criamos uma sociedade que honra o servo e esquece o dom”.

Às vezes, um mandato corporativo, um pensamento de grupo ou o seu desejo de produzir um certo resultado podem fazer com que a sua mente racional vá na direcção errada. Em situações como essas, é a intuição que detém o poder de salvar você. Aquele “mau pressentimento” que insiste em ficar ali é a sua intuição dizendo que, não importa o quanto você queira ir nessa direcção, é o caminho errado a seguir.

Pessoas inteligentes escutam esses sentimentos. E as pessoas mais inteligentes ainda – aquelas que dão grandes saltos intelectuais – não podem fazer isso sem usar a intuição.

 

APOLOGIA DA INTELIGÊNCIA

RELAÇÃO ENTRE AMAMENTAÇÃO E INTELIGÊNCIA

REFLEXÃO DA SEMANA

 

Fontes:

lupocattivoblog

Autoria e outros dados (tags, etc)

A água é de todos


1 comentário

De Maria Oliveira a 12.02.2018 às 19:20

ha um livro interessante sobre a INTUICAO, que nao sendo escrita por OSHO, contem reflexoes dele; tb tem ideias interessantes sobre isso.

Comentar post